Redação Extra MT 

Como salários atrasados há seis meses, os médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), chegaram ao limite. A equipe de médicos anunciou, nesta segunda-feira (7) que pediriam demissão em massa do órgão.

Diante do atraso, os profissionais pontuam que fica inviável manter o vínculo com a instituição.  Contudo, afirmam que serão respeitados todos os trâmites necessários junto aos órgãos competentes para que não haja prejuízos à população.

Somando-se ao atraso, os médicos contam que trabalham em condições indignas. Segundos os relatos,  falta medicações básicas, falta de luvas, macas e as  ambulâncias, em sua maioria, não estão funcionando.

Solução  –  Após o sinal de demissão,  o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, informou na manhã desta terça-feira (08) que os serviços estão mantidos. Ele também garantiu uma solução imediata para o problema.

Por conta da situação, o titular da Pasta se reuniu com representantes dos médicos que trabalham no Samu, e, durante uma conversa, garantiu aos profissionais que a Ses está trabalhando para encontrar uma solução imediata, regularizando quaisquer pendências. Segundo ele, o objetivo do encontro é estabelecer uma relação de confiança com os médicos.

A Ses  afirmou ainda, que até o mês de agosto foram liquidados todos os débitos com a empresa Universal Med que prestava serviços ao Samu e houve também por determinação da justiça o depósito em uma conta judicial do valor de R$ 406.899,03.

Também esclareceu que foi feito o pagamento do mês de setembro à empresa Proclin que substituiu a Universal MED e o mês de outubro já está empenhado e liquidado para pagamento, assim que for aberto o orçamento. Por fim, disse que os pagamentos estão dentro dos prazos que é de 90 dias.

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