Redação Extra MT 

Paulo Prado saiu em defesa de Sérgio Moro e diz que diálogos não tem pode de condenação 

 

O ex-procurador-geral de Justiça Paulo Prado saiu em defesa do ministro da Justiça e Segurança Pública  Sérgio Moro.Paulo disse que os diálogos perto dos erviço prestado por Moro, não tem peso para condená-lo.  “O  trabalho realizado pela Lava Jato, tal como a condenação de 142 réus mantidas pelos tribunais superiores, atestam a idoneidade do ministro, e que seria leviano questioná-la com base em provas obtidas supostamente de forma ilítica”, ressaltou.

Assim, de acordo com o  procurador, o diálogo entre Moro e membro do MP não tem o poder de condenar ninguém. “A condenação de alguém passou por um amplo processo, no qual pessoas confessaram, pediram para fazer delação premiada, réus entregaram outros criminosos, entregaram coisas que nós brasileiros nem imaginávamos que existissem. Um repatriamento em dinheiro de R$ 1 bilhão de recursos que deveriam ir para saúde, educação, saneamento básico”.

A avaliação foi feita durante solenidade realizada nesta manhã no TRE para empossar o juiz-membro Sebastião Monteiro da Costa Júnior, onde o ex-procurador falou com a imprensa. Sobre a relação  aos processos julgados  por Moro,  ele explicou que quando você oferece uma denúncia contra alguém, essa denúncia tem que ter produção de provas. “Os réus têm seus advogados. As provas são amplamente debatidas e questionadas, testemunhas são ouvidas”, observou  Paulo.

Prado finalizou analisando que a  revelação das conversas foi um ato “criminoso e invasivo”. “Ninguém sabe se são verdadeiros ou não”. Ele acrescentou: “Como estes textos estão sendo colocados descaracterizam o trabalho que só honra a magistratura brasileira. No momento que está se discutindo o projeto anticrime, que todo cidadão de bem deste país quer. Com discussão do fortalecimento do combate do crime organizado”, concluiu.

 

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