Pressão por titulares contra o Fortaleza, conversas com português e apelo por permanência até apenas decisão com o Corinthians são estopim para treinador se demitir do Rubro-Negro

Os bastidores do pedido de demissão feito por Abel Braga começaram a se desenhar antes desta quarta-feira, quando o técnico foi ao Ninho do Urubu se despedir dos jogadores.

Mais do que os gritos das redes sociais e das arquibancadas, a falta de respaldo da diretoria, um processo de fritura interna e o nome de Jorge Jesus no radar culminaram no pedido de saída feito pelo treinador.

Mas, independentemente dos incômodos de Abel, a direção rubro-negra já desaprovava o trabalho, apesar de destacar os resultados.

O destino estava selado. O técnico, que até a tarde de segunda-feira não cogitava pedir o boné, decidiu se antecipar depois do estopim na terça-feira.

Enquanto confraternizava com funcionários do departamento de futebol e elenco a conquista do título carioca em churrasco organizado e já previsto pelo próprio Flamengo no CT, Abel foi surpreendido pela notícia de que a diretoria “aconselharia a escalação do time titular contra o Fortaleza”. Foi a gota final de um copo que transbordou com as notícias que vinham de Portugal.

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