Redação 

Os nadadores Felipe Lima e João Gomes Junior brilharam nesta quarta-feira (24) no Mundial de Esportes Aquáticos, na Coreia do Sul.  Foi a primeira vez que o Brasil colocou dois nadadores no pódio de uma prova em piscina longa.

“O Brasil merece isso,” Felipe Lima contou ao SporTV após a prova. “Foi uma rotina muito árdua, não é fácil. Muito feliz com o resultado, ainda mais com esse parceiro de treino.” João Gomes Júnior havia sido prata na prova em Budapeste 2017. “Este ano vim para incomodar um pouco ele,” brincou Felipe.

“Fico feliz para caramba de entregar a medalha de prata para ele, ele merece”, disse João.

Os 50m peito não fazem do programa olímpico, ou seja, não serão realizados nos Jogos de Tóquio 2020. Esta distância só é nadada em Campeonatos Mundiais.

Na história dos Mundiais, o Brasil chega a 43 medalhas. São nove medalhas de ouro em provas de piscina, além de outras seis em águas abertas. São ainda doze pratas (oito na piscina e três nas águas abertas) e 16 bronzes (oito na natação e sete nas águas abertas).

Em Gwangju, o Brasil já havia conquistado outras três medalhas. Duas com Ana Marcela Cunha nas águas abertas, com os ouros nos 5km e nos 20km, na primeira semana do Mundial. E outra com Nicholas Santos, bronze nos 50m borboleta, que conseguiu nadar para 22s79. Aos 39 anos, ele se tornou o nadador mais velho a medalhar em um Mundial, quebrando o próprio recorde.

O britânico Adam Peaty levou ouro com 26s06.

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