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No afã de proteger os atletas e convocados, Tite evita comentar individualmente desempenho dos seus jogadores. No máximo, repete um termo: “vai crescer”. Foi assim durante a Copa América com Philippe Coutinho, com Arthur e tem sido assim nesta fase de renovação, mesmo que um pouco tardia, da seleção brasileira.

As eliminatórias já batem na porta – começam em março do ano que vem – e ainda faltam quatro amistosos para fechar a temporada de 2019, mas Tite sai desta janela de setembro de amistosos sem vitórias – empate por 2 a 2 com a Colômbia e derrota por 1 a 0 para o Peru – com mais dúvidas e menos soluções do que talvez tenha imaginado ao listar seus 23.

Em 44 jogos, o aproveitamento ainda é muito alto (81%), mas Tite encontrou nos EUA a pior sequência à frente da seleção – com empate e derrota. Ele só havia passado duas partidas sem vencer na eliminatórias de 2018, mas foram dois empates consecutivos contra Colômbia (1 a 1) e Bolívia (0 a 0), os dois fora de casa.

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