Da Redação

O candidato ao governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PR) recebeu uma carta elaborada pelo segmento pecuário com propostas e reivindicações. O candidato se comprometeu, caso eleito, a melhorar o ambiente de negócios e trabalhar para o desenvolvimento da agropecuária estadual.

O documento entregue a Wellington contém solicitações antigas, como segurança jurídica, desburocratização, redução da carga tributária e regularização fundiária. As proposições são assinadas por representantes da Associação de Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação dos Criadores de Nelore do Estado (Nelore/MT) e Sindicato Rural de Cuiabá.

O republicano destacou que, com exceção de uma linha de incentivo fiscal para a criação de novilho precoce, nunca houve uma política de governo específica para este segmento produtivo. E disse que a grande missão do próximo governador é unir os principais segmentos econômicos do Estado, para juntos traçarem ações e políticas públicas que gerem desenvolvimento, emprego, renda e justiça social. “A nossa capacidade de união é que vai fazer a diferença e se sobressair à crise política e econômica enfrentadas pelo país”, disse Fagundes.

O presidente da Nelore/MT, Mario Cândia, destacou a postura política de Wellington. “Ele sempre esteve presente nas principais reivindicações por Mato Grosso, sempre deu respostas e, se eleito, tenho certeza de que não vai nos decepcionar”.

O ex-presidente da Acrimat, José João Bernardes, destacou que todos os candidatos ao governo de Mato Grosso estão recebendo pessoalmente a Carta-Proposta. “Esse documento é uma síntese dos maiores entraves do setor e também aponta soluções para a boa gestão. Mais que uma lista de reinvindicações, é um compromisso entre produtores e o próximo governante. Estamos aqui para somar, para contribuir e participar do processo”.
O consultor da Acrimat, Amado Oliveira Filho, ressaltou durante o encontro que o novo governador do Estado terá de ser mais do que um gestor. Ele terá de assumir a postura de um estadista. “As soluções para a maior parte dos problemas de Mato Grosso não se encerraram aqui dentro, mas sim fora do Estado, e por isso se faz necessária essa liderança. Estamos aqui para selar compromissos, fazer proposituras e ratificar nossa disposição em contribuir”.

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