G1

O Ministério da Segurança Pública informou que, desde sexta-feira (5) até as 17h deste domingo (7), foram presas 728 pessoas em decorrência de crimes eleitorais.

De acordo com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, os crimes mais comuns foram boca de urna, compra de votos, desobediência civil, propaganda irregular e transporte irregular de eleitores.

Além das prisões, foram registrados:

  • 14 crimes contra candidatos;
  • 29 crimes comuns nos locais de votação/apuração;
  • 532 incidentes de segurança nos locais de votação;
  • 34 apreensões de armas de fogo, munições e explosivos;
  • apreensão de 3,645kg de drogas;
  • apreensão de 42 veículos decorrentes de crime eleitoral;
  • apreensão de 260.648 materiais de campanha
  • apreensão de R$ 306.783;
  • apreensão de US$ 90.679.

As informações foram apresentadas no balanço da Operação Eleições 2018, monitorada pelo Centro Integrado de Comando e Controle Nacional do Ministério de Segurança Pública. A atuação nas ocorrências foi realizada pela Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Força Nacional, polícias militares e polícias civis.

Polícia Federal

No Centro Integrado de Comando e Controle das Eleições da Polícia Federal, que atuou na investigação de crimes eleitorais, até as 20h deste domingo, foram registrados 220 termos circunstanciados e instaurados 51 inquéritos policiais.

Além disso, 389 pessoas foram conduzidas à PF pela prática de infrações à legislação eleitoral. Foram realizadas 160 apreensões, totalizando R$ 480 mil em dinheiro e bens.

Segundo a assessoria de imprensa, por meio dos inquéritos policiais, a PF irá apurar todos o casos de “fake news” que possam configurar infrações penais.

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