A conspiração de Fabio Garcia na hora de definir novos membros do DEM-Cuiabá, armada às pressas e na base do atropelo, sem consultar os irmãos Júlio e Jayme Campos, principais referências do partido na Baixada Cuiabana, acabou por escancarar uma prova de ilegalidade. Essa rasteira provocou crise interna. Por ter o domicílio eleitoral na vizinha Várzea Grande, Júlio pode integrar o diretório estadual, mas nunca o municipal da Capital. E Fabio, para tentar forçar a falsa verdade de que Júlio fora consultado, o incluiu como membro, o que é vedado pela legislação. Na prática, o ex-deputado federal se indispôs com os Campos, tirando-os da jogada, só colocando membros do diretório que estão “afinados” com o governador Mauro e ainda teve a coragem de dizer que Júlio está dentro da composição municipal.

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