O empresário Alan Malouf não anda nada contente com a tornozeleira eletrônica que utiliza desde julho de 2017 quando ganhou liberdade após ser preso por corrupção na Seduc, cujo esquema criminoso era chefiado pelo tucano Permínio Pinto, foi desarticulado na Operação Rêmora, deflagrada pelo Gaeco em 3 de maio de 2016.

Insistente, Malouf voltou ao pedir ao Tribunal de Justiça a retirada do artefato, e mais uma vez, ouviu um não como resposta.

E, de novo, o desembargador Rondon Bassil Dower Filho negou o pedido. No dia 15 de dezembro do ano passado, o mesmo magistrado já havia rejeitado os argumentos de defesa do empresário e mantido o monitoramento de Maluf por meio da tornozeleira.

Deixe uma resposta