Redação Extra MT 

O presidente estadual do PSL em Mato Grosso, deputado federal Nelson Barbudo se esquivou de comentar a polêmica envolvendo os senadores Flávio Bolsonaro e Selma Arruda, onde Flávio estaria fazendo pressão para que Selma retire a assinatura para a instalação da CPI da Lava Toga. Diante do cenário de crise, a senadora já manifestou uma possível migração ao Podemos.

Barbudo disse apoiar Selma enquanto seu mandato durar (lembrando que ela foi cassada, por unanimidade por caixa 2), porém ressaltou que sua saída do PSL, caso seja consolidada, vai causar magoas.

“Ainda não é uma decisão, ela está analisando. Mas eu recebi [a noticia] com muita tristeza. A Drª Selma é um baluarte no Senado, é atuante, é considerada uma das melhores do país e se ela deixar o partido nós vamos nos ressentir, evidentemente. Qual partido não quer uma senadora como ela? Mas Senado é uma coisa e Câmara é outra. Eu não quero interferir no Senado, então eu quero dizer o seguinte: essa questão de Lava Toga é dos senadores e eu sou deputado federal. Eu apoio Selma Arruda até o ultimo dia de seu mandato, porque tenho nela um apresso muito grande por sua capacidade política. Mas Lava Toga não vou opinar porque não é da minha alçada”, declarou Barbudo.

A senadora Selma falou sobre a situação no início desta semana e admitiu estar sofrendo pressão para retirar sua assinatura. Ela garantiu que não cederá. O presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, negou que a Flávio esteja fazendo campanha para que parlamentares da base recue com as assinaturas. Luciano também foi apontado sendo um dos que estão dentro do movimento contra a CPI. Bivar também nega.

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