A Polícia Federal e o Ministério Público Eleitoral (MPE) estão investigando a candidata a senadora Selma Arruda (PSL) por abuso de poder econômico e caixa 2. Documentos comprovam que a ex-juíza pagou gastos de campanha sem declaração antes da convenção partidária, configurando assim, caixa 2.

Quatro cheques da pessoa física de Selma Arruda foram assinados e pagos ao ex-marqueteiro de campanha durante o período vedado de propaganda eleitoral.

O primeiro cheque foi emitido no dia 10 de abril de 2018 no valor de R$ 150 mil. O segundo cheque foi emitido no dia 4 de maio, e também tinha o valor de R$ 150 mil. O terceiro cheque, no mesmo valor, foi emitido no dia 21 de maio. O quarto cheque foi emitido no dia 16 de julho, no valor de R$ 100 mil. Tem a comprovação de caixa 2 no valor de R$ 550 mil.

Todos os cheques foram compensados e microfilmados. Ainda foi quitada uma parcela no valor de R$ 150 mil, da conta do primeiro suplente de Selma, Gilberto Possamai, emitido no dia 7 de agosto, pré-datado para 7 de setembro, porém, com autorização foi sacado fora do prazo.

Portanto, a totalidade quitada durante o período de pré-campanha soma o valor de R$ 700 mil. Selma declarou até agora despesas eleitorais de R$ 413 mil.

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